9 de ago de 2011

Roupa Social Masculina


Roupa social masculina é ou foi sinônimo de seriedade e tradicionalismo, mas por quê não ter estilo? Montar um look bacana sem ficar despojado? A Revista GQ Espanha supera mais uma vez com seus artigos de moda masculina.
Um advogado contestou sobre a moda nos fóruns e justiças com advogados cada vez mais inovando seu look com estilos fora do tradicional, notei que ele falava de pessoas sem noção com suas  roupas, nesse caso deve-se muito cuidado assim como em ambientes muito formais. Acredito que nossos leitores masculinos são inteligentes e saberão ter no mínimo um bom senso certo?
Podendo usar um social fugindo do tradicional são publicitários, noivo de casamento(se for na igreja não), numa festa de 15 anos e empresários também, mas se for um empresário no ramo de negócios e economia não né? Não é uma lei em nenhum desses casos, podem incluir outros lugares ou excluir um dos citados.



















Calça Saruel Masculina

Boa noite, hoje ou falar de algo que faz muito sucesso entre os homens que sabem se arrumar,
as calças sarueis.
O estilo que elas apresentam é esplendido, sofisticado, conquista qualquer pessoa que ver. 

Um item que não pode faltar em qualquer vestuário masculino é a famosa e antiga calça Jeans. O item é figurinha certa no guarda-roupa dos jovens e adultos, quer seja pela praticidade, quer seja pela facilidade em se combinar com qualquer roupa, quer seja pelo estilo mesmo; uma calça Jeans cai bem em todas as ocasiões, não fazendo distinção de estilos, idade, tribos, o Jeans é uma peça universal.
Além de tudo isto, o jeans nunca sai de moda. Entra ano e sai ano, o jeans sempre se faz presente nas passarelas e principalmente fora delas, seja na rua, escola, trabalho, encontros, reuniões, lazer e em qualquer lugar que vamos.
As calças versão 2011 Saruel apresentam modelagem justa nas pernas, gancho baixo e vem confeccionada em diversos tecidos inclusive o Jeans. A Saruel, ou Sarouel como muitos dizem, derivou das calças johdpur e dhoti, que eram modelos que tinham bastante volume no meio das pernas e foram muito utilizadas por povos africanos e também do médio oriente. Antigamente, era muito utilizada para fazer os exercícios, até mesmo nas academias, por ser mais confortável quando confeccionada em alguns tecidos. Já chegaram a usar até como saída de praia. Hoje é moda e está nos principais pontos, sempre marcando presença e proporcionando lindos looks.





8 de ago de 2011

VESTIR-SE BEM


As roupas que as pessoas usam se classificam em pelo menos seis categorias de luxo, elegância, e conforme o uso e os cuidados que merecem:
1. O traje a rigor para os eventos em que é solicitado (vestidos de baile, casaca, smokings, etc.) .
2. O traje social para cerimônias, por exemplo, nos casamentos.
3. O traje esporte fino para fazer compras em shopping e ir ao restaurante de classe ou a um cinema.
4. O traje de trabalho, se não é um uniforme.
5. O traje esportivo informal, de praia e jogos, ou com que fazem as compras em supermercados; e finalmente,
6. As roupas de uso doméstico, que trocam quando vão sair de casa.
Estas categorias ainda se subdividem conforme as estações do ano, em pelo menos duas, inverno e verão.


Escolher as peças para esse elenco de categorias não pode ser fácil, mas a razão para que seja feita com cuidado é bem simples: o modo como nos apresentamos interessa à nossa auto-estima, e mostra respeito pela auto-estima dos outros. Essa razão é suficiente para que a matéria seja objeto das disciplinas Boas Maneiras e Etiqueta.
Ao vestir-se, a pessoa deve considerar sua idade e o seu físico, e combinar a cor da roupa com a cor dos seus cabelos, da sua pele e dos acessórios que usar. A palavra umi-sexo aplicada ao vestuário nunca logrou firmar-se ou mesmo fazer sentido. No vestuário feminino evitar padronagens com coloridos ralos, de pouca tinta, ou estamparia de desenho muito graúdo (grandes retângulos, grandes círculos, grandes folhas, etc.).
A moda. Consciente das linhas da última moda, logo que as novas criações são lançadas nos países da alta costura, a mulher precisa levar em conta o quanto vai chocar as pessoas que ignoram esses lançamentos.Os caprichos da última moda sempre parecem, inicialmente, extravagância e mau gosto; é quase uma consideração para com as pessoas não ser muito vanguardeira e procurar modelos que representem uma transição. Assim aconteceu com a moda da mini saia. Enquanto algumas adotavam radicalmente o novo corte, mulheres mais ciosas de sua posição e elegância apenas encurtaram as saias adotando a tendência, sem extremismos. Quando Jorge Armani desestruturou os ternos masculinos fazendo-os parecer sacos pendurados à cintura ou jogados sobre os ombros, a maioria dos homens elegantes apenas adotou manequins mais folgados, sem abandonar as linhas retas clássicas. Quando Le Verre criou os copos para vinho bojudos em excesso e com pés de um palmo de comprimento, de modo que não precisavam ser levantados pois já estavam acima do queixo do comensal à mesa, houve frequentadores de restaurantes que pediram ao garçom a troca das peças, preferindo o tamanho clássico, até que começaram a ser fabricados os medianamente maiores, sem os exageros do lançamento. Por isso me parece que o melhor é seguir a moda só depois que estiver bem assente ou bem aceita, e assim mesmo, com moderação.
Acessórias. Tipos de vestimenta ou de objeto que cumprem uma função adicional e complementar com a roupa. Contam-se como acessórios permanentes sapatos, cintos, suspensórios, meias, lenços, e gravatas. Contam-se como acessórios ocasionais o sobretudo, os pulôveres, xales, luvas, uniformes de trabalho, jalecos, macacões, chapéus, bolsas, etc. Essas peças devem guardar relação de cor e consistência com as roupas que complementam, e serem tratadas com os mesmos cuidadas. No seu uso deve ser observado tudo que for pertinente a Boas-maneiras e Etiqueta. Por exemplo: o homem não entra numa sala vestido com capa de chuva ou sobretudo, e guarda-chuva na mão. Deixa esses acessórios no vestíbulo, a um canto, se não houver um móvel ou cômodo para esse fim. O mesmo no teatro ou sala de concerto, a menos que não haja chapeleiro com um funcionário para dar a senha.



Continua...